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Fapomed na Feira MEDICA 2019 – Düsseldorf

A Fapomed estará presente na próxima Feira MEDICA 2019 em Düsseldorf na Alemanha, entre os próximos dias 18 e 21 de Novembro de 2019.

Nesta que é a maior feira de medicina do mundo, e onde estão presentes os maiores e melhores expositores da área médica, a Fapomed não podia deixar de fazer questão em apresentar-se perante os seus congéneres, assumindo assim mais uma vez estar no lugar certo quando a vida está em risco.

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Certificado de Conformidade Ucrânia

Encontrando-se a laborar em pleno desde o ano de 2009, a empresa Fapomed Ucrânia tem visto a sua área de intervenção, no que a Dispositivos Médicos de uso único diz respeito, aumentar e tornar-se cada vez importante.

Este crescimento tem sido reconhecido não só dentro da estrutura da empresa mas também pelas próprias organizações Ucranianas, sejam elas locais como nacionais.

Desta feita, é com satisfação que comunicámos o mais recente feito da Fapomed Ucrânia, tendo esta obtido Certificado de Conformidade para uma maior gama de produtos nela fabricados.

Fazemos notar que este certificado foi emitido pela Entidade Reguladora da Ucrânia, e tem uma validade para os próximos 5 anos.

A toda a equipa Fapomed Ucrânia e a todos os envolvidos neste processo: Parabéns!

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Fapomed reforça a iniciativa “Compromisso Pagamento Pontual”

Numa altura em que se atravessam tempos difíceis, a Fapomed honra os seus compromissos e reforça a sua responsabilidade cívica e social.

É assim uma das mais recentes empresas nacionais a aliar-se ao “Compromisso Pagamento Pontual”, uma iniciativa pertencente ao Programa “AconteSer”, liderada pela ACEGE, em parceria com a CIP, IAPMEI, APIFARMA e mais recentemente com a CGD.

Com o objectivo principal de “ajudar a combater a falta de competitividade das micro, pequenas e médias empresas, através da partilha de boas práticas que potenciam a acção empresarial”, a Fapomed considera que o pagamento no prazo acordado aos fornecedores, é um tópico que deve ser levado muito a sério sob pena de ver, e de se ver incluída, numa das principais causas para o “estrangulamento do desenvolvimento das empresas e, consequentemente, para o crescimento da economia portuguesa”.

Revendo-se em ideais como qualidade, responsabilidade, segurança, ética e compromisso, a empresa não foge assim àquilo que considera como um dos principais motores do desenvolvimento e crescimento sustentável, quer própria, quer do país, elegendo portanto a “exigência” como uma das suas pedras basilares, e das quais não se pode nem quer distanciar.

Respeitando de igual forma a Directiva 2011/7/UE do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de Fevereiro de 2011, que estabelece medidas de luta contra os atrasos de pagamento nas transacções comerciais, a Fapomed coloca-se na vanguarda do combate à estagnação do desenvolvimento e crescimento da economia portuguesa e na linha da frente na recuperação e na criação de emprego, da manutenção do tecido empresarial, e do crescimento do Produto Interno Bruto do país.

Pode consultar mais informações sobre o programa aqui, e sobre a Directiva aqui.

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Fapomed. Um negócio muito saudável

11/12/2014

Este é o título da mais recente entrevista dada pelo presidente executivo da Fapomed, Miguel Lopes da Cunha, ao Dinheiro Vivo.

Em entrevista ao suplemento, o presidente da Fapomed, Miguel Lopes da Cunha, começa por contextualizar a evolução e o crescimento que a empresa teve, passando de uma empresa tradicional de têxteis, para fabricante de batas cirúrgicas, isto em meados dos anos 80.

Explicado o conceito “revolucionário” que foi o uso dos tecidos não tecidos “como sendo a melhor protecção cirúrgica.. ”a entrevista segue com a contextualização geográfica e económica da empresa.

Exportando 80% do seu volume de negócio, com fábricas em Portugal e na Ucrânia, e operando exclusivamente na área da saúde, a Fapomed está presente em três mercados: além do mercado Ibérico, a empresa trabalha para o centro da Europa, e também para o mercado Britânico.

Tem na França e principalmente na Alemanha o seu “mercado central”, suportando esta última um “peso de 40% das vendas”, seguido-se Portugal e Espanha. Além destas nações, o CEO considera igualmente importante um outro conjunto de países, como “Norte de África, países limítrofes da Europa, mas também Chile e Macedónia”.

Detentora de marcas próprias, que representam “15% das vendas – normalmente para fora da Europa”, de modo a “não concorrermos com os nossos distribuidores”, a Fapomed, através do seu presidente, refere ainda que têm um conjunto de fabricantes intermédios de kits cirúrgicos para os quais desenvolvem “produtos de especialidade”.

Quando se aborda o futuro, mas sempre com um olhar no presente, Miguel Lopes da Cunha aponta como objectivo “chegar aos 19 milhões de euros de facturação em 2020”, lembrando em todo o caso que este ano apresentam “um crescimento interessante, na casa dos dois dígitos”.

Termina a sua entrevista fazendo uma alusão à parceria de 30 anos com a Caixa geral de Depósitos, referindo-a como “se não o primeiro, um dos primeiros parceiros financeiros a trabalhar connosco”, e com o qual mantém ainda nos dias de hoje uma relação “estreita”.

Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/empresas/interior.aspx?content_id=4197686&page=-1

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Fapomed abre fábrica na Ucrânia

Inaugura amanhã, em Rivne, a unidade de batas cirúrgicas da Fapomed. Empresa de Felgueiras investe sete milhões de euros para combater concorrência chinesa.
A Fapomed, uma empresa de Felgueiras de dispositivos médicos, escolheu a Ucrânia pelos factores de custo e vantagens geográficas. Em 2011, a unidade contará com 400 postos de trabalho, facturando 10 milhões de euros. Na fase inicial emprega 65 operários.

A operação na Ucrânia é uma resposta à ameaça chinesa e estava a ser preparada há três anos, no rescaldo do sobressalto concorrencial, após a abertura dos mercados europeus aos produtos asiáticos. Um contrato com uma multinacional farmacêutica para o fornecimento de um volume considerável de batas cirúrgicas foi o empurrão que faltava para o projecto avançar. A unidade (5 mil m2 de área coberta) custou 7 milhões de euros.

Diversificar oferta de produtos

Em Portugal, a empresa de Felgueiras evoluira das batas para os conjuntos cirúrgicos para sobreviver e manter-se competitiva. Através de novas tecnologias e novos produtos, evoluíra para uma oferta integrada de kits, trouxas e conjuntos de composição variável, à medida dos actos e das equipas cirúrgicas das diferentes especialidades.

Há três anos, adoptara um novo paradigma de negócio, abandonando de vez a bata cirúrgica como motor das vendas, numa altura em que as multinacionais desviaram as suas encomendas para a China. “A qualidade era aceitável e os preços imbatíveis”; recorda Miguel Lopes da Cunha, presidente da empresa.

No entanto, o gestor verificou que os fabricantes asiáticos sofriam de défice de logística e capacidade de resposta. Havia margem para reconquistar as multinacionais em fuga, combinando credibilidade e entregas rápidas, com um preço aproximado ao da indústria chinesa. Foi a combinação deste factores que conduziu a empresa a Rivne, uma média cidade da Ucrânia no eixo viário que liga a capital Kiev à fronteira com a Polónia.

Em Portugal, a Fapomed emprega 190 pessoas em duas unidades e vai fechar 2009 com vendas de 7,8 milhões, registando um crescimento de 12%.