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Fapomed. Um negócio muito saudável

11/12/2014

Este é o título da mais recente entrevista dada pelo presidente executivo da Fapomed, Miguel Lopes da Cunha, ao Dinheiro Vivo.

Em entrevista ao suplemento, o presidente da Fapomed, Miguel Lopes da Cunha, começa por contextualizar a evolução e o crescimento que a empresa teve, passando de uma empresa tradicional de têxteis, para fabricante de batas cirúrgicas, isto em meados dos anos 80.

Explicado o conceito “revolucionário” que foi o uso dos tecidos não tecidos “como sendo a melhor protecção cirúrgica.. ”a entrevista segue com a contextualização geográfica e económica da empresa.

Exportando 80% do seu volume de negócio, com fábricas em Portugal e na Ucrânia, e operando exclusivamente na área da saúde, a Fapomed está presente em três mercados: além do mercado Ibérico, a empresa trabalha para o centro da Europa, e também para o mercado Britânico.

Tem na França e principalmente na Alemanha o seu “mercado central”, suportando esta última um “peso de 40% das vendas”, seguido-se Portugal e Espanha. Além destas nações, o CEO considera igualmente importante um outro conjunto de países, como “Norte de África, países limítrofes da Europa, mas também Chile e Macedónia”.

Detentora de marcas próprias, que representam “15% das vendas – normalmente para fora da Europa”, de modo a “não concorrermos com os nossos distribuidores”, a Fapomed, através do seu presidente, refere ainda que têm um conjunto de fabricantes intermédios de kits cirúrgicos para os quais desenvolvem “produtos de especialidade”.

Quando se aborda o futuro, mas sempre com um olhar no presente, Miguel Lopes da Cunha aponta como objectivo “chegar aos 19 milhões de euros de facturação em 2020”, lembrando em todo o caso que este ano apresentam “um crescimento interessante, na casa dos dois dígitos”.

Termina a sua entrevista fazendo uma alusão à parceria de 30 anos com a Caixa geral de Depósitos, referindo-a como “se não o primeiro, um dos primeiros parceiros financeiros a trabalhar connosco”, e com o qual mantém ainda nos dias de hoje uma relação “estreita”.

Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/empresas/interior.aspx?content_id=4197686&page=-1

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